Boa noite, tudo bem?
Hoje chegaremos com a terceira parte da nossa série dessa semana, a formação do Egito. Já vimos sobre os Nomos, a etnia egípcia, a organização dessas vilas.
Por volta de 3.100 a.C. os Nomos viviam em guerras constantes e assim começa a surgir os primeiros Estados Egípcios e a sua cosmologia, pois a medida que as vilas se anexam, as hierarquias se sobrepõem e dessa forma começa a surgir uma espécie de hierarquia divina.
Provavelmente cada Nomo tinha sua divindade e muitas delas em comum, o que resultava em importantes alianças militares. Por volta de 3.400 a.C. começou a ter uma infiltração de mesopotâmios na região do Delta, o que pode ter sido resultado ou de conquistas ou de uma migração. O fato é que, com essa movimentação se inseriu novas ideias e tecnologias para o Egito, (como a escrita).
Essas novas ideias foram responsáveis pela aceleração e processo de unificação daquela região, inclusive existem teorias que associam o culto ao deus Hórus a essas migrações ou conquistas, sendo assim, aquele que viria a ser um dos principais deuses do Panteão Egípcio.
No vale do Nilo, a política se transformava através de tratados e conquistas, formando então o Alto Egito, povo de Set. Já no delta, devido às influências citadas acima, os nomos se unificavam em Baixo Egito, povo de Hórus. Configura-se então o Alto Egito, localizado no Vale do Nilo e o Baixo Egito, localizado no Delta do Nilo.
Este é o cenário que dará origem ao Estado que será unificado.
O texto de hoje foi curtinho, amanhã falaremos mais sobre os símbolos monárquicos e a unificação das coroas do Alto e Baixo Egito.
Até amanhã...

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